Livros/PDF

arbex capa poética do visível

ARBEX, M. (Org.). Poéticas do visível: ensaios sobre a escrita e a imagem. Belo Horizonte: Programa de Pós-graduação em Letras: Estudos Literários, FALE/UFMG, 2006.

Márcia Arbex é professora de Literatura Francesa na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Organizou, entre outras obras, Universo Butor (2012), Interartes (2010). Traduziu para a Editora UFMG, Sobrevivência de vaga-lumes e Diante do tempo, de G. Didi-Huberman, em parceria com Vera Casa Nova. Nesse trabalho, apresenta o conceito de corte semiótico, a partir do qual os autores pensam as relações sob o signo da plasticidade. Para isso, se aproveitam das pesquisas de Pierce que, propondo uma triádica, amplia a relação binária saussureana que supõe uma lógica e permite realizar contatos que não sejam obrigatoriamente estáveis, mas transitórios e múltiplos.

Leia o livro completo: Clique na imagem ou aqui!

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3097993BALOGH, A. M. O discurso ficcional na TV: sedução e sonho em doses homeopáticas. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2002.

A televisão brasileira notabilizou-se pela excelência de seus formatos de ficção, em particular a novela, e se consolidou como uma poderosa indústria cujos produtos são exportados e reconhecidos mundialmente. A ficção na televisão mantém o antigo gosto do homem em contar histórias, mas os suportes, as formas de conceber e realizar, e mesmo de fruir as mesmas mudaram. Este livro pretende sistematizar e analisar a ficção televisual, sem perder de vista a riqueza do processo e a importância que o veículo tem como principal meio de entretenimento e poderoso formador de opinião. Partindo de longa experiência de ensino e pesquisa, a autora reflete sobre as singularidades da ficção na TV, usando a semiótica como ferramenta principal de análise.

Leia alguns capítulos do livro. Clique na imagem ou aqui!
Fonte do Resumo: Editora EDUSP

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barthes

BARTHES, R. O prazer do texto. Tradução J. Guinsburg. São Paulo: Perspectiva, 1973.

Em um escrito caleidoscópico, quase um bloco de anotações, Roland Barthes busca aqui a análise do prazer sensual do texto, tanto por parte de quem escreve – sem medo de expor seu desejo, sob pena de cair na tagarelice – quanto de quem lê (normalmente situado como objeto, ser passivo e sem defesas frente ao texto, e que aqui é revelado em sua plenitude criativa da fruição). Descartando a frigidez do texto empolado e político, evocando ao fio dos argumentos tanto Proust, Flaubert, Stendhal como Sade e Bataille, ou ainda Lacan e Freud, ‘O Prazer do Texto’ apresenta, de forma profunda e lúdica, – costumeiro prazer dos leitores de Barthes – um tema fundamental em semiologia e literatura.

Leia o livro completo: Clique aqui ou na imagem.
Fonte do Resumo: Livraria Cultura

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novos-ensaios-criticos-o-grau-zero-da-escritura-barthes-14445-MLB3173473708_092012-OBARTHES, R. Por onde começar? In.:______. Novos ensaios críticos seguidos de O grau zero da escritura. Traduzido por Heloysa de Lima Dantas e Anne Arnichand e Álvaro Lorencini. São Paulo: Cultrix, 1972. p. 77-86

O professor é uma autoridade, que censura e molda, ou um artista, que liberta e empurra? Ele é o juiz e dono de um saber ou, ao contrário, ele o inventa em parceria com seus discípulos? Em que medida ensinar se confunde com criar? O que deve fazer um mestre: transmitir um saber acabado, ou, em vez disso, estimular a liberdade de seus alunos para inventar novos saberes?

Leia o texto: Clique na imagem ou aqui!

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metalinguagemCAMPOS, Haroldo de. Da tradução como criação e como crítica. In.: ____. Metalinguagem e outras metas. São Paulo: Perspectiva, 1992, pp. 31-48.

Reunião dos principais ensaios do autor dedicados à literatura brasileira e diversos outros trabalhos de reflexão sobre teoria literária, semiótica e poética da tradução; balanços das obras de Bense, Barthes, Sergio Buarque de Holanda, bem como excursos sobre a prática textual do autor, sobre a ‘razão antropofágica’ e sobre as relações poesia-música, sob o signo antinormativo da invenção e da leitura revisional.

Leia o artigo: Clique aqui ou na imagem.
Fonte do Resumo: Livraria Cultura

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LVcapituCARVALHO, Luiz Fernando. Capitu: minissérie de Luiz Fernando Carvalho, a partir da obra Dom Casmurro, de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2008, pp.7-71.

Microssérie da TV Globo tem seu processo de produção documentado em livro. A metodologia de trabalho do diretor Luiz Fernando Carvalho  inclui uma imersão dos atores e técnicos nas obras literárias e foi isso que ele propôs para a gênese de Capitu (2008). Dividido em duas partes, o livro apresenta o processo de preparação dos atores e a história filmada de um dos maiores clássicos da literatura brasileira: Dom Casmurro (1899).

Leia trechos do livro: Clique aqui (Fonte: Google Books)
F
onte do Resumo: Livraria Cultura – Casa da Palavra

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CHKLOVSKI, V. A arte como procedimento. In.: TOLEDO, D. O. (org.) Teoria da literatura: Formalistas russos. Traduzido por Ana Maria R. Filipouski et. all. Rev. Rebeca P. da Silva, Prefácio de Boris Schnaiderman. 4. ed. Porto Alegre: 1978. pp. 39-56capa_formalistas

Vitor Chklovski é um dos formalistas russos da primeira metade do século XX. Nesse texto, ele apresenta a tese de Potebnia sobre “A arte é pensar por imagens”, onde este diz não existir arte, e particularmente poesia, sem imagem. A poesia seria uma maneira particular de pensar, a saber um pensamento por imagens. Isto levaria a uma economia e a uma leveza relativa. O texto, apesar de lançar mão de exemplos pouco conhecidos, é bastante cultivado entre aqueles que procuram se tornar cientistas da literatura e da arte.

Leia o artigo: Clique na imagem ou aqui.

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DELEUZE, Gilles. Cinema, a imagem-movimento. São Paulo: Brasiliense, 1985.

deleuze-aimagemmovimento-1-638Em ‘Imagem-movimento – Cinema 1’, Deleuze faz uma descrição sincrónica da classicifação das imagens e dos signos cinematográficos. É uma tentativa de tipologia a que se agrega uma homenagem a Henri Bergson sob a forma de três teses sobre o movimento que vão contribuir, sobretudo, para a formação dum novo discurso. As quatro grandes variedades de movimento tomarão uma posição inicial, zarpando de filme em filme numa rota rizomática em que Deleuze nos conduz ao encontro de diferentes escolas de montagem. A Imagem-Acção aparece sob a forma de todo o cinema ‘clássico’ mas é com a sua crise interna que Deleuze nos adverte do balanço das situações sensoriais motoras em benefício das situações ópticas e sonoras puras com que a Nova Vaga francesa nos vai fazer descobrir outras acções, inibidas ou com a sua pura feição erradia. Em suma, o cinema neo-realista será a grande viragem desta produção moderna de que Deleuze se servirá para verificar uma amplificação do ponto de vista cerebral mas igualmente a renovação duma concepção do cérebro.

Leia trechos do Livro – PDF (Clique aqui).
Fonte do Resumo: Livraria Cultura

 

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DINIZ, T.F.N. Literatura e Cinema: da semiótica à tradução cultural. Ouro Preto: UFOP, 1999.

O que acontece quando uma obra pertencente ao século XVLITERATURA_E_CINEMA_1317855818BII é reescrita no século XX? Ou quando a obra literária é traduzida para outro sistema de signos como o cinema? E mais, quais são os fatores que influenciam essa tradução? Enquanto responde a essas perguntas, este livro vai mostrando, passo a passo, o trabalho artístico de quatro cineastas de diferentes nacionalidades ao fazerem a tradução de uma peça renascentista para o cinema e ao tomarem decisões durante o processo. Este livro é uma versão ligeiramente modificada da tese de doutoramento em Letras da autora.

Leia o livro completo: Clique na imagem ou aqui!

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LV - Comparato - Criação ao Roteiro

COMPARATO, Luís Filipe Loureiro. Da Criação ao Roteiro. Rio de Janeiro: Rocco, 1995.

Este livro divide com o leitor um amplo conhecimento sedimentado numa vivência prolongada do ato de escrever roteiros para o cinema e a televisão, no Brasil e na Europa. Esta edição – revista, atualizada e ampliada – focaliza desde a ideia e os primeiros apontamentos até o roteiro final. Ao mesmo tempo que aborda a teoria, Doc propõe exercícios práticos para testar a apreensão dos conteúdos.

Baixe o PDF do livro: Clique na Imagem ou aqui!

capa-cinema-globalização

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LOPES, D. Paisagens transculturais. In.: ______. FRANÇA, A. (orgs) Cinema, globalização e interculturalidade. Chapecó: Argos, 2010. (Grande temas)

Denilson Lopes foi Presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE) e Superintendente de Difusão Cultural do Fórum da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é professor adjunto da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, bolsista de produtividade científica do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq). Pesquisa o diálogo entre cinema, teatro e artes visuais.

Leia o artigo: Clique na imagem ou aqui!

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Deleuze_AArteEAFilosofiaMACHADO, Roberto. Deleuze, a arte e a filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.

Toda a obra de Deleuze – e suas elaborações sobre a filosofia de diferentes épocas e campos variados, como as ciências, as artes e a literatura – é abordada nesse livro essencial. O professor Roberto Machado investiga o modo de funcionamento e a constituição do pensamento filosófico de Deleuze e conclui que ele sempre privilegiou a diferença em detrimento da identidade. Demonstra, ao mesmo tempo, que existe uma sistematicidade em sua filosofia, que em geral se desconhece. Uma visão global e, ao mesmo tempo, original do pensamento deleuziano.

Leia o livro completo: Clique aqui ou na imagem.
Fonte do Resumo:  Ed. Zahar

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lv-pelegriniPELLEGRINI, Tânia. Narrativa verbal e narrativa visual: possíveis aproximações. In. PELLEGRINI, Tânia. et al. Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Editora Senac São Paulo – Instituto Itaú Cultural, 2003. p. 15-35.

O cinema, arte e indústria que dominou o imaginário dos povos na primeira metade do século XX, e a televisão, meio de comunicação triunfante na segunda metade, devem muito à literatura pelo que esta lhes tem fornecido em matéria de enredos e recursos para as histórias que exibem. Por seu lado, a literatura do século XX, diante das novas técnicas audiovisuais, transformou-se inspirada por elas, fez-se diversa em alguns aspectos daquela que criou a grande ficção do século anterior. Esta é uma coletânea de ensaios especialmente escritos para focalizar a relação entre literatura, cinema e televisão, examinando, à maneira de introdução didática, mas sem perder a densidade, o complexo intercâmbio das técnicas narrativas que elas mobilizam.

Leia o PDF de alguns textos: Clique aqui ou na imagem!
Fonte do resumo: Livraria Saraiva

Outros artigos neste PDF:

  • XAVIER, Ismail. Do texto ao filme: a trama, a cena e a construção do olhar no cinema. In. PELLEGRINI, Tânia. et al. Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Editora Senac São Paulo – Instituto Itaú Cultural, 2003. p. 61-89.
  • GUIMARÃES, Hélio. O romance do século XIX na televisão: observações sobre a adaptação de Os Maias. In. PELLEGRINI, Tânia. et al. Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Editora Senac São Paulo – Instituto Itaú Cultural, 2003. p. 92-114.

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PUCCI  JR., R. L. Particularidades Narrativas da Microssérie Capitu. In. ______., BORGES, SILVA, M. S. (orgs.) Televisão: Formas audiovisuais de ficção e documentário, v.I, 2011, p. 91-104.Vol1

Este livro é resultado das atividades desenvolvidas no seminário temático Televisão: Formas Audiovisuais de Ficção e Documentário, do XIV Encontro Internacional da SOCINE (Sociedade Brasileira de Cinema e Audiovisual), realizado na Universidade Federal de Pernambuco em outubro de 2010. Os coordenadores do seminário organizaram esta coletânea com o intuito de conhecer os projetos e as reflexões mais recentes que se desenvolvem neste campo, sistematizar as principais questões teóricas e empíricas que mobilizam as pesquisas em curso e delinear, a partir do início de um diálogo entre as academias brasileira e portuguesa, alguns pontos de interesse e preocupações comuns que propiciem o aprofundamento do debate sobre a televisão.

Leia o livro completo: (Clique na imagem ou aqui!)

Outros artigos interessantes deste livro:

  • Audiovisual por ele mesmo: No estranho planeta dos seres audiovisuais, por Dennison de Oliveira, p.63-76.
  • Um filme para o cinema, um episódio para a televisão: o caso da adaptação dupla de “O louco do Cati”, por Fabiano de Souza, p.117-125.
  • Ó paí, ó: elementos narrativos atualizados entre o cinema e a televisão, por Flávia Seligman, p.105-115.
  • As duplas vidas nas séries televisivas, por Mauro Pommer, p.129-140.
  •  Aspectos do tempo diegético na telenovela “O grito”, de Jorge Andrade, por Sabina Reggiani Anzuategui, p.195-205.


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Vol2PUCCI JR., R. L. Adaptação Televisiva e Esquemas Cognitivos: o caso de Capitu. In. ______., BORGES, SOBRINHO (orgs.) Televisão: Formas audiovisuais de ficção e documentário, v.II, 2012, p.29-44. Leia o livro completo: (Clique na imagem ou aqui!)

Outros artigos interessantes deste livro:

  • Som, fúria e sentido: Shakespeare na ficção seriada televisiva, por Marcel Vieira Barreto, p.59-69.
  • Taxonomia das séries audiovisuais: uma contribuição de roteirista, por Iara Sydenstricker, p.131-141.
  • Das possibilidades narrativas nas plataformas de mídia, por João Carlos Massarolo, p.157-170.


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lvsequenciaSCHWARZ, R. Sequências brasileiras. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

Crítico literário consagrado por seus estudos sobre Machado de Assis, Roberto Schwarz retoma em Sequências brasileiras a verve ensaística de livros como O pai de família (Paz e Terra) e Que horas são? (Companhia das Letras). Escrevendo a partir da experiência dos anos 90, o autor se esforça por refletir sobre o sentido e o destino de obras e idéias caras a certa tradição moderna.

Leia o livro completo! (Clique na imagem ou aqui!)
Fonte do Resumo: Companhia das Letras

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57940

SCHWARZ, R. Um mestre na periferia do capitalismo: Machado de Assis. São Paulo: Duas Cidades, 1990.

Em que consiste a força do romance machadiano da grande fase ? Há relação entre a originalidade de sua forma e as situações particulares à sociedade brasileira do século XIX ? Estas as perguntas a que o autor procurou responder neste livro, publicado pela primeira vez em 1990. Neste trabalho, o crítico aponta como as liberdades da prosa machadiana da maturidade atendem à formalização das relações de classe, cujo traço dominante é a ideologia ambivalente das elites brasileiras. Um ensaio capital.

Leia o livro completo! (Clique na imagem ou aqui!)
Fonte do Resumo: Livraria Saraiva

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ArquivoExibirSCHWARZ, R. A poesia envenenada de Dom Casmurro. Novos Estudos, CEBRAP, Nº 29, março, 1991. Pp. 85-97. 

Roberto Schwarz analisa em seu texto a obra ‘Dom Casmurro’, de Machado de Assis, sob vários aspectos sociais, simbólico e psicológicos. As páginas (em PDF Online) são parte de um estudo mais longo, presente no livro Duas Meninas (1997), com trechos disponíveis no Google Books (clique aqui).

Leia o artigo (Clique aqui ou na Imagem).

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capa

SOURIAU, É. A arte e as artes. In.: ______. A correspondência das artes (elementos de Estética comparada) Tradução de Maria Cecília Queiroz de Moraes Pinto e Maria Helena Ribeiro da Cunha. São Paulo: Cultrix, 1983. pp. 35 – 52.

A arte são todas as artes.  Étienne Souriau foi um filósofo francês, especialista em Estética. Em suas palavras A arte sela uma unicidade entre práticas, em princípio, muito díspares, como a pintura, a música, a escultura, a dança, o teatro, o cinema e a literatura. Apesar das inúmeras divergências existentes, haveria um ponto de convergência entre essas práticas, a partir do qual, elas, juntas, trabalhariam em nome de uma única Arte.

Leia alguns capítulos do livro. (Clique na imagem ou aqui!)

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discursoXAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. São Paulo: Paz e Terra, 3°ed., 2005. 212p.

O cinema reproduz a realidade? Ou é um discurso, e portanto um discurso ideológico, sobre a realidade? Se o cinema é um discurso, os cineastas procuram mascarar este fato? Ou ao contrário procuram revelar claramente aos espectadores a natureza do discurso cinematográfico? Tais questões têm sido, desde o início do século XX, objeto de reflexões teóricas que foram constituindo um pensamento estético sobre o cinema, com conseqüência para o pensamento dos novos meios audiovisuais. Não pode haver uma boa compreensão da imagem no mundo contemporâneo sem um certo conhecimento de tais reflexões motivadas pela prática ou que a informaram. O livro expõe as teorias elaboradas a partir dessas questões, com ênfase à oposição entre a transparência e a opacidade.

Fonte do Resumo: Saraiva – Clique aqui e Leia o Livro em  DocsLide.com.br.

 

 

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